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Mundial de atletismo marca a volta de lendas do esporte

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Começa na sexta-feira, 21, um 'superaquecimento' do atletismo para a Rio-2016. No Mundial de Pequim, na China, estarão presentes muitas das grandes estrelas que prometem brilhar no Brasil no ano que vem.

A primeira das provas da competição é a maratona masculina, às 20h35 (horário da Bahia). Já nessa prova haverá brasileiros brigando por medalha: Solonei Rocha da Silva, Gilberto Silvestre Lopes e Edmilson Santana.

De acordo com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT), são 58 atletas que estão representando o Brasil no torneio. Após desempenho pífio nos Jogos Pan-Americanos, em Toronto, quando conquistou apenas uma medalha de ouro, a confederação espera que o país consiga mais pódios nesta competição.

E a expectativa é que a delegação reaja logo nos primeiros dias do evento. O treinador João Paulo Alves da Cunha, que está em Pequim, acredita que os brasileiros podem bater os recordes nacionais.

"Há 10 anos o recorde do martelo masculino no Brasil era de 65 m, e vigorava há quase 30 anos. E, agora, vários atletas superam esta marca. O recorde brasileiro (de Wagner Domingos, que estreia no sábado) é mais de 10 m melhor", disse. No entanto, nenhum treinador quis fazer previsões de pódios ou medalhas.

Rivalidade

No entanto, é a volta de atletas de ponta que deve marcar o Mundial. O jamaicano Usain Bolt, por exemplo, retorna às pistas após um período de afastamento por conta de uma lesão na pélvis. Sobre sua participação, ele disse estar animado com o retorno e que "não pretende perder".

A afirmação serve como uma resposta ao desafio do velocista americano Justin Gatlin, o atleta mais rápido da pré-temporada. Ele foi afastado por doping duas vezes, uma por anfetaminas, em 2001, e outra por testosterona, em 2006, mas confirmou presença no Mundial.

Bolt nunca foi derrotado pelo americano em grandes competições, e, segundo ele mesmo, vai fazer de tudo para que continue assim. Além disso, a estrela afirmou que não tem problemas com o passado do agora rival. "O caso de Justin Gatlin foi antes do meu tempo. Não estou dizendo que o que ele fez foi errado, mas aconteceu quando eu ainda estava começando no esporte", contemporizou o corredor.

E se a rivalidade já poderia ser suficiente para Bolt - ou Gatlin - se superarem, a Federação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês) resolveu jogar mais lenha na fogueira, ao informar que premiará com 100 mil dólares (R$ 350 mil) os atletas que baterem recordes mundiais na competição.

 

Federação conhece o seu novo presidente

O britânico Sebastian Coe vai substituir Lamine Diack como presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês) e assume o desafio de restaurar a imagem de um esporte envolvido em escândalos de doping. Em uma disputa que envolveu lendas do esporte, Coe recebeu 115 votos, superando o ucraniano Sergei Bubka, com 92. Ele é dono de duas medalhas de ouro olímpicas nos 1.500m, foi parlamentar no Reino Unido, integrante da candidatura e membro do comitê de Londres-2012.

Fonte: www.atarde.com.br

 
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